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Quem sou eu
- Robinson L.Sezanowitch
- Florianopolis, Santa Catarina, Brazil
- Formado pela Universidade do Sul de Santa Catarina em Gestão das Tecnologias da Informação, atualmente mestrando em Engenharia do Conhecimento pela Universidade Federal de Santa Catarina.
domingo, 30 de junho de 2013
sábado, 29 de junho de 2013
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Estratégias da investigação
O pesquisador não apenas seleciona um estudo qualitativo, quantitativo ou de métodos mistos para conduzir, também decide sobre um tipo de estudo dentro destas três escolhas. As estratégias de investigação são os tipos de projetos ou modelos de métodos qualitativos, quantitativos e mistos que proporcionam uma direção específica aos procedimentos em um projeto de pesquisa. Outros a têm chamado de abordagens da investigação (Creswell, 2007) ou de metodologias da pesquisa (Mertens, 1988). As estratégias disponíveis ao pesquisador aumentaram no correr dos anos, à medida que a tecnologia da computação impulsionou nossa análise dos dados e a capacidade para analisar modelos complexos e que os indivíduos articularam novos procedimentos para conduzir a pesquisa nas ciências sociais.
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Fonte:
CRESWELL, John W..Projeto de Pesquisa : métodos qualitativo, quantitativo e misto ; 3ª Ed. - Porto Alegre : Artmed,
2010.
sábado, 22 de junho de 2013
Pesquisa Descritiva
Esta pesquisa é aquela que analisa, observa, registra e correlaciona aspectos (variáveis) que envolvem fatos ou fenômenos, sem manipulá-los.
Os fenômenos humanos ou naturais são investigados sem a interferência do pesquisador que apenas "procura descobrir, com a [máxima] precisão possível, a frequência com que um fenômeno ocorre, sua relação e conexão com outros, sua natureza e características". (CERVO; BERVIAN, 1983, P.55).
Na pesquisa descritiva pode aparecer sob diversos tipos: documental, estudos de campo, levantamentos, etc. desde que se estude a correlação de, no mínimo, duas váriáveis.
Características da pesquisa descritiva:
- Espontaneidade: o pesquisador não interfere na realidade apenas observa as variáveis que, espontaneamente, estão vinculadas ao fenômeno;
- Naturalidade: os fatos são estudados no seu habitat natural;
- Amplo grau de generalização: as conclusões levam em conta o conjunto de variáveis que podem estar correlacionadas com o objeto da investigação.
Algumas pesquisa descritivas vão além da simples identificação da existência de relação entre variáveis, e permitem determinar a natureza dessa relação. Nesse caso, tem-se uma pesquisa descritiva que se aproxima da explicativa. Há porém, pesquisas que, embora definidas como descritivas com base em seus objetivos, acabam servindo mais para proporcionar uma nova visão do problema, o que as aproxima das pesquisas exploratórias. (GIL, 2002, p.42).
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Fonte:
LEONEL, Vilson. Ciência e Pesquisa: livro didático / Vilson Leonel,
Alexandre de Medeiros ; 2ª Ed.rev.atual. - Palhoça : UnisulVirtual,
2007.
Pesquisa Exploratória
O principal objetivo da pesquisa exploratória é proporcionar maior familiaridade com o objeto do estudo. Muitas vezes, o pesquisador dispõe de conhecimento suficiente para formular adequadamente um problema ou elaborar e forma mais precisa uma hipótese. Nesse caso, é necessário "desencadear um processo de investigação que identifique a natureza do fenômeno e aponte as características essenciais das variáveis que se quer estudar". (KOCHE, 1997, p. 126).
Os problemas de pesquisa exploratória geralmente não apresentam relações entre as variáveis. O pesquisador apenas constata e estuda a frequência de uma variável. No exemplo, "qual o perfil do motor das crianças matriculadas na escola x?", identifica-se apenas uma variável, no caso, "perfil motor". No campo da Geografia, por exemplo, poderíamos fazer um levantamento do perfil etário de uma determinada população. Neste caso, "idade" seria a variável de estudo.
O planejamento da pesquisa exploratória é bastante flexível e pode assumir caráter de pesquisa bibliográfica, pesquisa documental, estudo de caso, levantamentos, etc.
As técnicas de pesquisa podem ser utilizadas na pesquisa exploratória são: formulários, questionários, entrevistas, fichas para registro de avaliação clínicas, leitura e documentação quando se tratar de pesquisa bibliográfica.
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Fonte:
LEONEL, Vilson. Ciência e Pesquisa: livro didático / Vilson Leonel, Alexandre de Medeiros ; 2ª Ed.rev.atual. - Palhoça : UnisulVirtual, 2007.
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Serviços - Evolução Econômica
No início do século XX, somente três em cada dez trabalhadores nos Estados Unidos estavam empregados no setor de serviços. Os demais atuavam na agricultura e na indústria. Em 1950, o nível de empregos na área de serviços atingia 50% da força de trabalho. Hoje, o setor de serviços norte-americano emprega aproximadamente oito em cada dez trabalhadores. Durante os últimos 90 anos, testemunhamos uma importante evolução em nossa sociedade, que deixou de ser predominantemente baseada na manufatura para ser baseada em serviços.
Essa transformação não chegou a surpreender os economistas que estudam o crescimento econômico. Colin Clark argumenta que, à medida que as nações se industrializam, é inevitável a transferência dos empregos de um setor da economia para outro. Conforme a produtividade aumenta em um setor, a força de trabalho se desloca para outro. Essa observação, conhecida como hipótese Clark-Fisher, implica em classificar as economias de acordo com a atividade desenvolvida pela maioria da força de trabalho.
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Essa transformação não chegou a surpreender os economistas que estudam o crescimento econômico. Colin Clark argumenta que, à medida que as nações se industrializam, é inevitável a transferência dos empregos de um setor da economia para outro. Conforme a produtividade aumenta em um setor, a força de trabalho se desloca para outro. Essa observação, conhecida como hipótese Clark-Fisher, implica em classificar as economias de acordo com a atividade desenvolvida pela maioria da força de trabalho.
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Fonte: FITZSIMMON, James A. Administração de Serviços : operações, estratégia e tecnologia da Informação / James Fitzsimmons, Mona J. Fitzsimmons ; 6ed. - Porto Alegre : Bookman, 2010.
O papel facilitador dos serviços na economia
Os serviços são fundamentais para a atividade econômica em qualquer sociedade. Serviços de Infraestrutura, como transporte e comunicações, formam o elo essencial entre todos os setores da economia, incluindo o consumidor final. Em uma economia complexa, tanto os serviços comerciais quanto os de infraestrutura funcionam como intermediários e como canais de distribuição para o cliente final. Serviços de infraestrutura são um pré-requisito básico para uma economia evoluir para a industrialização; de fato, nenhuma sociedade pode avançar sem eles.
Em uma economia industrializada, empresas especializadas podem prestar serviços a empresas de manufaturas de forma mais barata e eficiente do que as próprias empresas de manufaturas poderiam prestar a sim mesmas. assim, é cada vez mais comum que as atividades como publicidade, consultoria e outros ramos de serviços sejam fornecidas ao setor de manufaturas por empresas de serviços.
Exceto para a subsistência básica, em que as atividades domésticas são autossuficientes, os serviços são absolutamente indispensáveis para que uma economia possa funcionar a contento e melhorar a qualidade de vida de uma comunidade. Consideremos, por exemplo, a importância de um sistema bancário para transferir fundos e de uma indústria de transportes para levar alimentos a uma região que não os produz. Além disso, uma grande variedade de serviços dirigidos às áreas social e pessoal, tais como restaurantes, hotéis, limpeza e creches, foi criada para inserir na economia funções que antes eram domésticas.
A administração pública desempenha papel fundamental ao proporcionar um ambiente estável para investimentos e crescimento econômico. Serviços como educação, saúde, conservação de estradas, abastecimento de água, segurança pública e cuidados com o meio ambiente são imprescindíveis para que a economia de qualquer país sobreviva e sua população prospere.
Cada vez mais, a lucratividade dos produtores de bens manufaturados depende da exploração de serviços com valor agregado. Por exemplo, os fabricantes de automóveis descobriram que financiar e/ou operar o leasing de automóveis pode proporcionar lucros significativos. a OTIS Elevadores percebeu há bastante tempo que as receitas dos contratos de manutenção pós-venda excedem em muito os lucros das vendas de equipamentos para elevadores. Na medida em que os computadores pessoais se tornam uma commodity com margens muito baixas, as empresas voltam-se para os serviços em rede e de comunicação para incrementar os lucros.
Dessa forma, é imperativo reconhecer que os serviços não são atividades meramente periféricas, mas parte integrante da sociedade; estão presentes no cerne da economia e são fundamentais para que esta se mantenha sadia e funcional. Enfim, o setor de serviços não apenas facilita como também torna possíveis as atividades de produção de bens dos setores manufatureiros. Os serviços representam a força vital de transição ruma a uma economia globalizada.
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Fonte: FITZSIMMON, James A. Administração de Serviços : operações, estratégia e tecnologia da Informação / James Fitzsimmons, Mona J. Fitzsimmons ; 6ed. - Porto Alegre : Bookman, 2010.
Definição de Serviços
Muitas definições de serviços são encontradas, mas todas consideram a intangibilidade e o consumo instantâneo, em diferente graus, como características de serviços. Os conceitos que seguem representam uma amostra das definições de serviços.
Serviços são atos, processos e desempenhos de ações. (Valerie A. Zeithaml e Mary Jo Bitner,Services Markting, McGraw-Hill, New York, 1996, p.5).
Serviço é uma atividade ou uma série de atividades de natureza mais ou menos intangível que normalmente, mas não necessariamente, ocorre em interações entre consumidores e empregados de serviços e/ou sistemas do fornecedor de serviços, que são oferecidos como soluções para os problemas do consumidor. (Christian Gronroos, Service Management and Marketing, Lexington Books, Lexington.Mass., 1990, p.27).
A maior parte dos experts nessa área considera que o setor de serviços abrange todas as atividades econômicas cujo produto não é um bem físico ou fabricado; geralmente, ele é consumido no momento em que é produzido e fornece um valor agregado em formas (tais como conveniência, diversão, oportunidade, conforto ou saúde) que representam essencialmente interesses intangíveis do seu comprador. (James Brian Quinn. Jordan J. Baruch e Penny Cushman Paquette. Scientific Americam, vol. 257, n.2. December 1987, p.50).
Os serviços são atividades econômicas oferecidas por uma parte a outra, considerando frequentemente desempenhos com base em um período de tempo para provocar resultados desejados nos próprios usuários, em objetos ou em outros bens pelos quais os compradores são responsáveis. Em troca de seu dinheiro, tempo e esforço, os clientes de serviços esperam obter valor com acesso a bens, mão de obra, capacidades profissionais, instalações, redes e sistemas; mas normalmente eles não possuem nenhum dos elementos físicos envolvidos. (Christopher Lovelock e Lauren Wright, Services Marketing: People, Technology, Strategy, 6th Ed., Upper Saddle River. NJ; Prentice-Hall, 2007, p.6).
Um serviço é uma experiência perecível, intangível, desenvolvida para um consumidor que desempenha o papel de coprodutor (James Fitzsimmons).
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Fonte: FITZSIMMON, James A. Administração de Serviços : operações, estratégia e tecnologia da Informação / James Fitzsimmons, Mona J. Fitzsimmons ; 6ed. - Porto Alegre : Bookman, 2010.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
terça-feira, 4 de junho de 2013
Mapeando o espaço da inovação.
Cada um de nossos “4 Ps” da inovação pode ocorrer ao longo de
um eixo, desde a mudança incremental até a mudança radical; a
área indicada pelo círculo, na Figura 1.2, é o espaço potencial
para a inovação, dentro do qual cada organização pode operar. Se
ela realmente utiliza e explora todo esse espaço, é uma questão de
inovação estratégica, e falaremos sobre esse assunto mais adiante.
Considerando que o gerenciamento do processo de inovação é
necessário, essas diferenças tornam-se importantes. As maneiras
como lidamos com a mudança incremental diária será diferente
daquelas utilizadas ocasionalmente para lidarmos com mudanças
radicais em produtos ou processos. Mas precisamos lembrar que é o
nível de novidade percebido que importa; a novidade está no olho de
quem a vê. Por exemplo, em uma organização de porte e
tecnologicamente avançada como a Shell ou a IBM, sistemas de
informação em rede avançados são comuns, mas para uma revenda de
automóveis pequena ou para um pequeno negócio de alimentação o
uso de um simples computador pessoal conectado à Internet pode ainda
representar uma mudança radical.
TIDD.Joe. Gestão da Inovação / Joe Tidd, John Bessant, Keith
Pavitt ; tradução Elizamari Rodrigues Becker … [et all].
Da inovação incremental à inovação radical.
Uma segunda dimensão da mudança é o grau de novidade envolvido.
Obviamente, atualizar o modelo de um carro não é o mesmo que
aparecer com um conceito de carro totalmente novo, que possua um
motor elétrico e seja feito de uma nova composição de materiais
diferentes de aço e vidro. Da mesma forma, aumentar a velocidade e a
precisão de um torno elétrico não é a mesma coisa que
substituí-lo por um processo de fabricação a laser controlado por
computador. Há diferentes graus de novidade desde melhorias
incrementais menores até mudanças realmente radicais que
transformam a forma como vemos e como usamos as coisas. Algumas
vezes, essas mudanças são comuns em alguns setores ou atividades,
mas às vezes são tão radicais e vão tão além que mudam a
própria base da sociedade, como o caso do papel da energia a vapor
na revolução Industrial ou das presentes mudanças resultantes das
tecnologias de comunicação e informática. A Figura 1.1 ilustra
esse processo, enfatizando a ideia de que tal mudança pode ocorrer
no nível dos componentes ou subsistemas ou afetar o sistema como um
todo.
TIDD.Joe. Gestão da Inovação / Joe Tidd, John Bessant, Keith
Pavitt ; tradução Elizamari Rodrigues Becker … [et all].
Tipos de inovação
Antes de avançarmos, é necessário definir alguns termos. O que
entendemos por “inovação”? Estamos basicamente falando de
mudança, e esta pode assumir diversas formas. Vamos nos centrar em
quatro categorias (os “4 Ps” da inovação).
- Inovação de produto: mudanças nas coisas (produtos/serviços) que uma empresa oferece.
- Inovação de processo: mudanças na forma em que os produtos/serviços são criados e entregues.
- Inovação de posição: mudanças no contexto em que produtos/serviços são introduzidos.
- Inovação de paradigma: mudanças nos modelos mentais subjacentes que orientam o que a empresa faz.
Por exemplo, um novo modelo de carro, um novo pacote de seguro contra
acidentes para bebês recém-nascidos e um novo sistema de
entretenimento doméstico seriam exemplos de inovação de produtos.
Já a mudança nos métodos de fabricação ou nos equipamentos
utilizados para produzir o carro ou o sistema de entretenimento
doméstico, ou mesmo nos procedimentos administrativos, no caso do
seguro, seriam exemplos de inovação de processos.
Às vezes, a linha divisória é muito tênue – por exemplo, uma
nova balsa marítima movida a jato seria tanto uma inovação no
produto quanto no processo. Os serviços representam um caso
particular dessa combinação em que os aspectos de produto e
processo muitas vezes se fundem – por exemplo, um novo pacote de
viagem é uma mudança no produto ou no serviço?
A inovação também pode ser atingida pelo reposicionamento da
percepção de um produto ou um processo já estabelecido em um
contexto de uso específico. Encontramos um bom exemplo disso num
produto bem conhecido no Reino Unido: Lucozade, originalmente
desenvolvido como uma bebida a base de glicose para auxiliar na
convalescença de crianças e enfermos. Essas associações com
doenças foram esquecidas pelos novos donos, SmithKline Beecham,
quando relançaram o produto como uma bebida energética designada ao
crescente mercado de fitness, em que agora é apresentado como um
auxiliar na melhoria de desempenho da atividade física saudável.
Essa mudança é um ótimo exemplo de inovação de 'posição'.
Em alguns casos, as oportunidades de inovação surgem quando
repensamos a forma como olhamos para algo. Henry Ford mudou
drasticamente o conceito de transporte, não por haver inventado o
motor à combustão (ele entrou relativamente tarde no setor) ou por
haver desenvolvido o processo de montagem do mesmo (já que a
indústria automobilística estava estabelecida como um setor
especializado há cerca de 20 anos). Sua contribuição residiu em
mudar o modelo de um padrão que oferecia um produto artesanal feito
sob encomenda por um especialista para poucos clientes abastados,
para outro que disponibilizava um automóvel para qualquer cidadão a
um preço que ele podia pagar. A mudança da produção artesanal
para a produção de massa foi nada menos do que uma revolução na
forma como os carros (e, mais tarde, incontáveis outros produtos e
serviços) eram criados e vendidos. É óbvio que fazer com que a
nova abordagem funcionasse na prática também precisou de grande
inovação no produto e no processo, como no desenho de componentes,
desenvolvimento de novas máquinas, remodelagem de fábricas e,
especialmente, no sistema social em torno do qual a mão-de-obra
estava organizada.
Exemplos recentes de inovação de “paradigma” - mudança nos
modelos mentais – incluem a introdução de linhas aéreas de baixo
custo, a oferta de seguro e outros serviços financeiros pela
Internet e o reposicionamento de bebidas como café e sucos de frutas
como produtos com design sofisticado. Embora a Enron tenha ficado
conhecida, em sua última fase, por sua prática financeira
inadequada, originalmente alcançou proeminência como uma pequena
construtura de linhas de gasoduto que percebeu o potencial da
inovação de paradigma no setor de utilidades. Num clima de
privatização e de globalização, através da distribuição em
sistemas de rede, energia e outras utilidades, como comunicações
por banda larga, tornaram-se muito rapidamente mercadorias que podiam
ser negociadas como açúcar ou cacau no mercado de futuros.
Fonte:
TIDD.Joe. Gestão da Inovação / Joe Tidd, John Bessant, Keith
Pavitt ; tradução Elizamari Rodrigues Becker … [et all].
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Inovação e vantagem competitiva.
O que essas empresas têm em comum é que seu incontestável sucesso
deve-se, em grande parte, à inovação. Enquanto a vantagem
competitiva pode advir de tamanho ou patrimônio, entre outros
fatores, o cenário está gradativamente mudando em favor daquelas
organizações que conseguem mobilizar conhecimento e avanços
tecnológicos e conceber a criação de novidades em suas ofertas
(produtos/serviços) e nas formas como criam e lançam essas ofertas.
Essa mudança é percebida não apenas no empreendimento
individualizado, mas como uma forte tendência para o crescimento
econômico em proporções nacionais. O escritório Britânico de
Ciência e Tecnologia, por exemplo, avalia esse fator como “o motor
da economia moderna, transformando ideias e conhecimento em produtos
e serviços”.
domingo, 2 de junho de 2013
Paradoxo e Conhecimento
A passagem, única em duzentos anos, da Sociedade Industrial para a
Sociedade do Conhecimento mudou a forma de vermos o paradoxo. O
paradoxo era algo a ser eliminado na Sociedade Industrial. Ia contra
a própria essência do que Frederick Taylor estava tentando atingir.
Para aumentar a eficiência na produção, ele prescreveu métodos e
procedimentos “científicos” para organizar e realizar o
trabalho, o mais importante deles sendo o estudo do tempo e do
movimento. Na realidade, outros métodos para aumentar a eficiência
na produção – linhas de montagem, automação, robótica,
CAD/CAM, para citar alguns – podem ser vistos como tentativas de
eliminar o paradoxo do chão de fábrica.
Criação e dialética do Conhecimento
Quanto mais turbulentos os tempos, quanto mais complexo o mundo, mais
paradoxos existem. As contradições, as inconsistências, os dilemas
e as polaridades abundam nestes dias e nesta época. As empresas
bem-sucedidas não estão apenas enfrentando o paradoxo, mas tirando
vantagem dele.
F. Scott Fitzgerald certa vez mencionou que “o teste de uma
inteligência diferenciada é a capacidade de manter duas ideias
opostas em mente, ao mesmo tempo, e ainda manter a capacidade de
funcionar. Uma inteligência diferenciada iniciará com a premissa de
que a vida é formada de opostos: masculino e feminino, vida e morte,
bom e mau, jovem e velho, trabalho e casa. Temos que viver com o
paradoxo, aceitá-lo, enfrentá-lo, tirar sentido dele e usá-lo para
achar um melhor caminho.
O perfil profissional do CIO
A tecnologia proporciona mudanças drásticas e quebras de paradigma
basicamente em todas as áreas. Atualmente, para uma empresa que está
crescendo, ou que pelo menos tem condições para tanto, é evidente
que a aplicação das inovações tecnológicas propicia melhor
controle interno com informações no tempo ideal e com a
confiabilidade necessária para sua permanência no mercado. Nesse
quadro de atualizações, percebe-se, inclusive, as grandes mudanças
no próprio campo da tecnologia, em que tais alterações
proporcionaram a modelagem de um “novo” profissional que persegue
as conquistas tecnológicas e ajuda na concepção de novos
paradigmas.
Para entender corretamente essas mudanças e como elas influenciaram
os profissionais de tecnologia, pode-se dividir a Revolução
Tecnológica em três grandes momentos:
- Informática isolada: década de 1970, quando a informática era conhecida como PROCESSAMENTO DE DADOS, em face do grande volume de processamento existente no departamento empresarial do mesmo nome. Essa fase é representada pelos grandes mainframes e pelos profissionais de tecnologia extremamente especializados. Nesse momento, os profissionais de informática eram os grandes “donos” dos dados, pois somente eles tinham acesso direto ao seu conteúdo e ao seu tratamento.
- Informática distribuída: década de 1980, marcada pelo aparecimento e popularização dos microprocessadores, cujo principal símbolo é o PC (personal computer). Nessa fase, os profissionais de informática visualizaram novas perspectivas de atuação, em consequência das inovadoras aplicações da tecnologia. A denominação desse profissional foi alterada, visto que passaram a ser designados como profissionais de tecnologia da informação.
- Informática amigável: década de 1990, marcada pelo aparecimento dos ambientes gráficos e pela internacionalização dos softwares multi-linguagens, juntamente com o crescimento exponencial da Internet e seus serviços, que ampliaram a área de atuação desse profissional. A Internet se transforma em uma aplicação de grande importância para as organizações, as quais necessitam de profissionais que possam integrar as novas tecnologias aos negócios que essas empresas se ocupam. Esse profissional é escasso no mercado de trabalho por causa do crescimento repentino do setor.
Dessas grandes fases, o profissional de tecnologia sai da posição
de “dono dos dados”, para uma de “profissional de suporte” no
momento em que os microcomputadores distribuem o processamento dos
dados em cada mesa que tenha um computador. É a fase em que a
informática se torna uma ferramenta para os outros profissionais,
exigindo especialistas em cada área para prover o suporte
necessário.
No último estágio, é imprescindível que o profissional de
tecnologia entenda do negócio da empresa para conseguir aplicar a
tecnologia como vantagem competitiva. Assim, conceitos de
administração de empresas são necessários para definir a melhor
forma de aplicar uma tecnologia em benefício da organização.
A fusão da tecnologia com outras áreas de atuação criou uma série
de novos perfis profissionais na área de tecnologia. Dentre eles se
destaca o CIO, o diretor-executivo de informações, que está
intimamente ligado à alta administração da corporação, formando
o elo entre as necessidades da organização e a aplicação da
tecnologia em benefício da empresa.
A grande lição do exposto é que
o profissional de tecnologia passou, e continua passando, por um
processo constante de mudança de paradigma. Ele necessita, além do
conhecimento técnico, de bom conhecimento e vivência em
planejamentos, definição de estratégias e resolução de
problemas. O novo perfil do profissional de tecnologia envolve pontos
fundamentais para a “saúde” da organização.
Fonte:
BATISTA,
Emerson de Oliveira. Sistemas de Informação: o uso consciente da
tecnologia para o gerenciamento – São Paulo: Saraiva, 2006.
Exercendo sólida liderança sobre os rumo e as decisões da inovação.
Uma liderança forte a partir
dos altos executivos é essencial para o sucesso em questões de
inovação. Steve Jobs, da Apple, Bill Gates, da
Microsoft, A.G Lafley, da Procter & Gamble (P&G), e Jorma
Oilila, são exemplos de CEOs que conduzem suas equipes d gestão, e
com elas as empresas, aos mais altos níveis de desempenho em
inovação.
Numa recente pesquisa jornal Financial Times, os fatores mais
importantes na seleção de novos investimentos foram a solidez
da equipe de gestão e a força demonstrada do modelo de negócios.
A tecnologia ficou em terceiro lugar, bem próxima.
As regras da Inovação
Um fator fundamental para o sucesso da inovação, e que exige a constante atenção do CEO, é um periódico “exame” destinado a determinar exatamente quais são as peças carentes de atenção. Lidar continuamente com todas as partes da inovação é algo que não costuma levar ao sucesso. Atingir resultados com limitações de tempo e de recursos, exige a capacidade de focar exatamente aqueles setores do esforço de inovação que exigem maior atenção.
Firework - Kate Perry
Do you ever feel
Like a plastic bag
Drifting through the wind
Wanting to start again
Do you ever feel
Feel so paper thin
Like a house of cards
One blow from caving in
Do you ever feel
Already buried deep
Six feet under screams
But no one seems to hear a thing
Do you know that there's
Still a chance for you
Cause there's a spark in you
You just gotta
Ignite the light
And let it shine
Just own the night
Like the 4th of July
Cause baby you're a firework
Come on show 'em what you're worth
Make 'em go "Ah, ah, ah!"
As you shoot across the sky "Ah, ah!"
Baby you're a firework
Come on let your colors burst
Make 'em go "Ah, ah, ah!"
You're gonna leave them all in "awe, awe, awe"
You don't have to feel
Like a wasted space
You're original
Cannot be replaced
If you only knew
What the future holds
After a hurricane
Comes a rainbow
Maybe a reason why
All the doors are closed
So you could open one that leads
You to the perfect road
Like a lightning bolt
Your heart will glow
And when it's time, you'll know
You just gotta
Ignite the light
And let it shine
Just own the night
Like the 4th of July
Cause baby you're a firework
Come on show 'em what you're worth
Make 'em go "Ah, ah, ah!"
As you shoot across the sky "Ah, ah!"
Baby you're a firework
Come on let your colors burst
Make 'em go "Ah, ah, ah!"
You're gonna leave them all in "awe, awe, awe"
Boom, boom, boom
Even brighter than the moon, moon, moon
It's always been inside of you, you, you
And now it's time to let it through
Cause baby you're a firework
Come on show 'em what you're worth
Make 'em go "Ah, ah, ah!"
As you shoot across the sky "Ah, ah!"
Baby you're a firework
Come on let your colors burst
Make 'em go "Ah, ah, ah!"
You're gonna leave them all in "awe, awe, awe"
Boom, boom, boom
Even brighter than the moon, moon, moon
Boom, boom, boom
Even brighter than the moon, moon, moon
Like a plastic bag
Drifting through the wind
Wanting to start again
Do you ever feel
Feel so paper thin
Like a house of cards
One blow from caving in
Do you ever feel
Already buried deep
Six feet under screams
But no one seems to hear a thing
Do you know that there's
Still a chance for you
Cause there's a spark in you
You just gotta
Ignite the light
And let it shine
Just own the night
Like the 4th of July
Cause baby you're a firework
Come on show 'em what you're worth
Make 'em go "Ah, ah, ah!"
As you shoot across the sky "Ah, ah!"
Baby you're a firework
Come on let your colors burst
Make 'em go "Ah, ah, ah!"
You're gonna leave them all in "awe, awe, awe"
You don't have to feel
Like a wasted space
You're original
Cannot be replaced
If you only knew
What the future holds
After a hurricane
Comes a rainbow
Maybe a reason why
All the doors are closed
So you could open one that leads
You to the perfect road
Like a lightning bolt
Your heart will glow
And when it's time, you'll know
You just gotta
Ignite the light
And let it shine
Just own the night
Like the 4th of July
Cause baby you're a firework
Come on show 'em what you're worth
Make 'em go "Ah, ah, ah!"
As you shoot across the sky "Ah, ah!"
Baby you're a firework
Come on let your colors burst
Make 'em go "Ah, ah, ah!"
You're gonna leave them all in "awe, awe, awe"
Boom, boom, boom
Even brighter than the moon, moon, moon
It's always been inside of you, you, you
And now it's time to let it through
Cause baby you're a firework
Come on show 'em what you're worth
Make 'em go "Ah, ah, ah!"
As you shoot across the sky "Ah, ah!"
Baby you're a firework
Come on let your colors burst
Make 'em go "Ah, ah, ah!"
You're gonna leave them all in "awe, awe, awe"
Boom, boom, boom
Even brighter than the moon, moon, moon
Boom, boom, boom
Even brighter than the moon, moon, moon
Como fazer a inovação dar resultado: como você inova define o que você inova.
Hoje, a sua empresa está perfeitamente configurada para render a
inovação que produz. Não se trata de uma declaração enganosa.
Ocorre que, como cada companhia tem uma combinação exclusiva de
estratégia de inovação, organização, processos, cultura,
indicadores de desempenho e recompensas, os produtos de inovação de
cada uma delas serão igualmente diferentes. Aquilo que a Apple
desenvolve nunca sairia das linhas de produção da Dell ou da IBM.
Da mesma forma, o que a Toyota produz pode até ser copiado pela
General Motors ou pela Ford, mas o que elas não conseguem é
apresentar as inovações básicas da Toyota (o tipo específico de
produção enxuta que tomou de assalto a indústria automotiva ou
suas atuas tecnologias automobilísticas híbridas).
sábado, 1 de junho de 2013
Dez dicas de segurança para empresa e funcionários
Companhias devem conscientizar os empregados sobre a importância de
proteger informações sensíveis para reduzir riscos de ataques virtuais e
prejuízo aos negócios.
As empresas ainda derrapam nas questões de segurança e têm dificuldade
para conscientizar seus funcionários sobre adoção de medidas básicas
para proteção de dados sensíveis. Uma constatação disso é que 60,8% dos
problemas enfrentados nessa área são vazamento de informações, segundo
estudo realizado pelo laboratório da ESET com organizações
latino-americana
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Fonte:
Site ComputerWolrd.com
5 medidas para proteger os negócios e valorizar gestores de segurança
A proliferação da tecnologia no ambiente de trabalho, inovações como o BYOD (Bring Your Own Device), nuvem, acesso global e as redes sociais dificultam a vida dos CISOs (Chief Information Security Officers) na busca de uma abordagem eficaz para defender dados confidenciais das empresas e proteger a valiosa propriedade intelectual.
Nesse cenário de ameaças tão dinâmico, empresas e os governos estão lutando constantemente contra o cibercrime organizado e o hacktivismo. Com malwares como o Flame, Stuxnet e Shamoon disponíveis para os cibercriminosos, os CISOs precisam estar um passo à frente e se preparar para ataques adequadamente.
Para que esses gestores possam ser mais assertivos nas iniciativas de segurança da informação, Max Grossling, gerente sênior de Programas Técnicos da Websense, especializada na área, aponta algumas medidas que podem ser implementadas imediatamente para valorizá-los dentro da empresa e proteger contra ciberataques avançados.
Leia o artigo na íntegra
Fonte:
Site Computerworld.com
Nesse cenário de ameaças tão dinâmico, empresas e os governos estão lutando constantemente contra o cibercrime organizado e o hacktivismo. Com malwares como o Flame, Stuxnet e Shamoon disponíveis para os cibercriminosos, os CISOs precisam estar um passo à frente e se preparar para ataques adequadamente.
Para que esses gestores possam ser mais assertivos nas iniciativas de segurança da informação, Max Grossling, gerente sênior de Programas Técnicos da Websense, especializada na área, aponta algumas medidas que podem ser implementadas imediatamente para valorizá-los dentro da empresa e proteger contra ciberataques avançados.
Leia o artigo na íntegra
Fonte:
Site Computerworld.com
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